domingo, 19 de maio de 2013

Queda de preços dos imóveis

Os preços de venda e locação de imóveis despencaram 20,26% no território paulista em fevereiro deste ano, ante os 12 meses anteriores, mostrou um relatório sobre o mercado imobiliário divulgado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP) na última semana.

Para o presidente da entidade, José Augusto Viana Neto, a queda já era esperada em 2013 devido ao comportamento do mercado internacional e ao fato de os preços dos imóveis terem subido demais nos últimos tempos, reduzindo o poder de compra das famílias.

Entenda no iG Economia

Cerca de 2 mil imóveis na cidade estão em situação...

Em Bauru, interior de São Paulo, há um projeto de lei em tramitação na Câmara de Vereadores que prevê a incorporação de mais de 1.500 imóveis e terrenos abandonados ao patrimônio da cidade.
Em Uberaba, segundo o levantamento feito por agentes do Departamento de Endemias e Zoonoses, existe uma média variável de cerca dois mil imóveis na mesma situação.
Por isso, são constantes as reclamações sobre os riscos à saúde pública decorrentes do abandono de imóveis.

Ainda conforme o departamento, no cadastro imobiliário do município existem 128 mil imóveis prediais e 17 mil terrenos, lembrando que este último número pode não ser real, pois proprietários podem já ter construído, mas não regularizado na Prefeitura.
Além disso, ainda segundo o departamento, nem sempre o imóvel vago significa estar abandonado.

Leia mais no JM Online

Mais de 3,5 mil imóveis

Apartamentos de 60 metros quadrados, aproximadamente, com dois dormitórios e uma vaga na garagem. Imóveis com essas características serão os mais ofertados pelo Feirão da Caixa, entre os dias 17 e 19, no Maxi Shopping Jundiaí.
E com a possibilidade, neste ano, de fechar negócio e efetuar o pagamento da primeira parcela somente em janeiro de 2014, a expectativa de organizadores e construtoras participantes é de um volume de vendas ainda mais expressivo, para superar os 27% de aumento registrados no feirão do ano passado na comparação com 2011.

Leia mais no Bom Dia Jundiaí


O Segredo de Luísa

Dica de O Melhor do Marketing para leitura, livro que conta uma ideia, uma paixão e um plano de negócios: como se nasce o empreendedor e se cria uma empresa.

Usando como fio condutor a trajetória de Luísa, uma jovem mineira entusiasmada com a ideia de abrir uma empresa para vender a deliciosa goiabada que sua tia produz, Fernando Dolabela ensina passo a passo tudo o que é preciso saber para ir do sonho ao mercado.

sábado, 18 de maio de 2013

Financiamento imobiliário com recursos da caderneta

Só em março houve uma alta de 35,8% em relação ao mês anterior.

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) divulgou nesta segunda-feira (13) dados referentes ao uso das economias da caderneta de poupança no financiamento imobiliário. Nos três primeiros meses deste ano o valor alcançou a marca de R$ 20,4 bilhões, um aumento de 15,8% em relação ao mesmo período de 2012.

Segundo informações do portal G1, “foram financiados 103 mil imóveis, pouco abaixo das 105,3 mil unidades de janeiro a março do ano passado. Nos 12 meses até março, os recursos da poupança financiaram 450,9 mil imóveis, somando R$ 85,5 bilhões – 4,9% mais do que nos 12 meses anteriores”.

Publicado no W Imóveis.Com

“Indenização cheia” de imóveis desapropriados

A 4ª Câmara Civel do Tribunal de Justiça de Mato Grosso deu provimento nesta sexta-feira, 10, a um recurso impetrado por uma empresa contra ato do Governo de reintegração de posse. Seria mais um ato comum, não fosse um detalhe: a decisão envolve um empreendimento que seria demolido para as obras da Trincheira Jurumirim/Trabalhadores, na Avenida Miguel Sutil. Os desembargadores entenderam que o valor feito a título de caução é insignificante e estabeleceram um prazo de 30 dias para o pagamento do valor
integral de avaliação, sob risco de paralisar as obras.

Fato: as trincheiras da Avenida Miguel Sutil são, ao lado da implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), as obras que mais preocupam a população pelo estado de atraso. Com a decisão, a situação pode se agravar ainda mais.

Leia mais no 24 Horas News

HSBC cortará até 14.000 empregos em guerra...

O HSBC, maior banco da Europa, vai redobrar esforços para redução de custos e vai cortar até 14 mil postos de trabalho no mundo, numa estratégia para impulsionar o lucro e aumentar dividendos diante de fraco desempenho de receitas.

A instituição informou que o número de funcionários poderá cair para entre 240 mil e 250 mil até 2016 ante 254 mil atualmente, quando desinvestimentos e cortes de custos anunciados produzirão efeito.
O banco não informou onde os cortes adicionais serão feitos, afirmando apenas que serão "dispersos ao redor do mundo".

Leia mais no InfoMoney

Imóvel pelo programa Minha casa Minha vida

Famílias que ganhem até R$ 5.000 mensais podem se candidatar a comprar a casa própria por meio do Programa Minha Casa Minha Vida, criado pelo governo federal em 2009 para atender famílias de baixa renda.
Podem se candidatar a uma casa famílias de três faixas de renda: até R$ 1.600; de R$ 1.601 a R$ 3.275; e de R$ 3.276 a R$ 5.000.

A faixa 1 recebe o maior subsídio do governo e pode chegar até 95% do valor de imóveis.
O preço máximo da casa tem ser de até R$ 76 mil. É a chamada habitação de interesse social.
Essa parte da população não teria acesso à casa própria sem o auxílio governamental.

As faixas 2 e 3 podem financiar imóveis, com subsídio menor, no valor de até R$ 190 mil em grandes cidades como São Paulo, Rio e Brasília.
Esse valor pode variar de acordo com a região do país e do imóvel.

Confira esse enquadramento no WImóveis

15 quartos lindos

Selecionados nesta galeria projetos de quartos de casal publicados em CASA CLAUDIA na cidade, no campo e na praia.

Inspire-se!

Neste quarto em um apartamento em Copacabana, no lugar de uma cabeceira convencional, é o lambri branco que emoldura a cama e oferece o arremate para o papel de parede estampado de azul e branco (Covering).
O visual é de praia romântica, como a moradora queria.
Quadros de borboletas da Toute Chose e colcha da Brasil Interiores.
Reforma da L+O Arquitetos Associados.

Veja outros no Casa.Com.Br


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Inacabadas em Angatuba

Moradores beneficiados pelo programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ em Angatuba (SP) reclamam das condições em que os imóveis foram entregues.
Na cidade, 60 casas feitas por meio do programa do governo federal foram liberadas para os moradores inacabadas.

As famílias beneficiadas pelo programa contam que dentro dos imóveis faltam pisos, forros e até mesmo paredes estão sem acabamento, ou seja, com tijolos visíveis.
A dona de casa Núbia Lorenso conta que ficou surpresa quando foi anunciada a entrega das chaves e encontrou a casa inacabada.

Programa legalizará imóveis irregulares...

A Prefeitura de Salvador escolheu o Bairro da Paz para iniciar o programa Casa Legal que vai beneficiar 30 mil famílias com a escritura de posse de terra e a legalização de imóveis em situação irregular em 19 bairros da capital.
A ação neste bairro, que atinge seis mil famílias, divide opiniões e vai ser acompanhado pelo Ministério Público Estadual.

"Houve boatos de que ao ganharmos a eleição iríamos remover as famílias do Bairro da Paz, devido ao grande apelo imobiliário da região.
Por isso escolhemos este local para dar o ponta-pé inicial ao programa", revelou o prefeito ACM Neto.

Leia mais em A Tarde

Desconto no novo ITBI pesam no bolso

O projeto de lei da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) que visa alterar o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) antecipadamente não gera economia para o contribuinte.
Apesar de prever um desconto para quem quitar o tributo ao registrar a promessa de compra e venda no cartório, arcando com uma nova alíquota reduzida de 1,8%, os custos envolvidos na operação anulam o benefício.
E se deixar para recolher depois, com a escritura, o contribuinte vai amargar o aumento de 50% no ITBI, pois o projeto define uma alíquota de 3%.
No final das contas, o cidadão pagará mais caro que atualmente, com a alíquota de 2%.

O maior problema é que o registro da promessa de compra e venda em cartórios de Pernambuco custa de R$ 160,75, para imóveis de R$ 5 mil (que simplesmente não existem no mercado), a R$ 2.267,18 para unidades com valores acima de R$ 278 mil.
Além disso, é preciso pagar a Taxa de Fiscalização Sobre os Serviços Públicos Notariais e de Registro (TSNR), ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
Essa oscila entre 0,20% do valor do imóvel (entre R$ 5 mil e R$ 100 mil) e 0,30% (habitações que custam mais de R$ 278 mil).
Confira no Jornal do Commercio algumas simulações.

Maurício Arruda

Para a biblioteca: preto. Para o quarto: verde. Para a cozinha: cinza. Para o living: azul.
A descrição à moda de Caetano Veloso em Rai das Cores refere-se ao apartamento de Maurício Arruda, no bairro paulistano dos Jardins.

Reformado pelo próprio arquiteto e designer, o imóvel de 180 m² exibe superfícies com tonalidades neutras e marcantes matizes não saturados.
Foram escolhidos para, por exemplo, harmonizarem-se com o piso original de peroba-rosa, devidamente recuperado.
“Conforme a iluminação da sala varia, o azul vai se transformando”, conta o paranaense de 39 anos, que vive com o namorado.
Faz lembrar o alemão Goethe (1749-1832): “As cores são ações e paixões da luz”.

Outro relevo está nas nuances dos móveis assinados por designers de reconhecimento internacional.
Observam-se atentamente o estar e a biblioteca.
Um marrom desgastado está no couro da poltrona Mole (1957), ícone brasileiro desenhado por Sergio Rodrigues.

Do mesmo autor, as Paraty (1963) receberam um vibrante tecido amarelo.
O antigo assento do austríaco Martin Eisler (1913-1977) evoca a cor das fibras naturais.

Há ainda o sofá Polder, azul-marinho, criação da holandesa Hella Jongerius, e o verdume na Raw Longe Chair, do sueco Jens Fager. “Só quando a gente se detém em cada item, nota a proporção da mistura.”

Conheça o lar povoado por cores e nomes célebres no Casa Vogue

Investigado por acúmulo de R$ 30 milhões

Com remuneração bruta de R$ 19.490, o juiz Élcio Fiori Henriques, do Tribunal de Impostos e Taxas (TTT) da Secretaria da Fazenda do Estado acumulou R$ 30,75 milhões em imóveis de alto padrão em apenas dois anos e meio. Suspeito de lavagem de dinheiro e crime contra administração pública, ele viu a Justiça decretar o bloqueio de todos os seus bens.

Segundo os investigadores, Élcio teria negociado redução de valores de autuações impostas a pessoas jurídicas. Ao todo, duas decisões judiciais congelam sua fortuna: uma da Justiça criminal, outra da 9.ª Vara da Fazenda Pública, que viram risco de ocultação e dilapidação de ativos de Fiori. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia mais no Jornal do Brasil.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

...na Serra para encontrar o sossego

Era início dos anos 90 e o designer paulista Décio Navarro, então diretor de arte de uma revista feminina, buscava um lugar tranquilo para descansar nos fins de semana com a mulher, Elizabeth, e as três filhas.

Encontrou em Cunha o pouso ideal, com cachoeiras e matas preservadas, ateliês de cerâmica e restaurantes de excelente gastronomia.

Por muitos anos a família se hospedou em pousadas ou casas alugadas.
Até que em 2005 comprou um terreno na cidade serrana a fim de construir seu cantinho.

Leia mais no Arquitetura e Construção

Pérgolas e espelhos d'água

Apaixonado pelas moradas típicas de Trancoso – que valorizam as matérias-primas e a mão de obra locais –, o casal carioca comprou um terreno perto da praia dos Nativos e encomendou ao arquiteto Maurício Nóbrega e à designer Maria Cândida Machado um projeto simples, com o astral da região.

Como o plano dos proprietários era construir rapidamente a um custo razoável, os profissionais traçaram uma planta básica, que pudesse crescer com o passar dos anos.
“Unificamos e simplificamos os materiais para que os bangalôs tivessem uma identidade forte e o conjunto fosse entendido como uma casa só”, aponta Maurício.
“Também pesquisamos o que os artesãos da região tinham a oferecer e usamos esse arsenal nos acabamentos – telhas de madeira, forros trançados e venezianas de cedro, que permitem boa ventilação.
Há aqui um autêntico toque de rusticidade, mas sem abrir mão do conforto”, completa ele.

Pagar à vista ou...?

Comprar a casa própria é um dos sonhos mais antigos dos brasileiros, e cada vez mais esse sonho tem se tornado realidade, principalmente com o aumento do crédito e a melhora na renda da população.
Porém, uma grande dúvida que surge quando o assunto é comprar um imóvel, é a sua forma de pagamento: à vista ou financiamento, qual a melhor opção?

“O fato é que não existe uma melhor opção que sirva para todos. É preciso fazer as contas "na ponta do lápis" para cada caso específico”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Para elucidar esse fato, foi feita uma pesquisa pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Instituto Data Popular, e nela foi detectado que 61% da população economicamente ativa no país divide as compras em prestações, enquanto 39% prefere comprar à vista.

Leia mais no Mercado Imobiliário