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segunda-feira, 1 de julho de 2013

20 soluções

O apartamento da década de 40, num bairro central de São Paulo, reunia vários atrativos – pé-direito alto, ambientes amplos, janelões – e conquistou um jovem casal.
Era 2000 quando os dois chamaram os arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz para reformá-lo.

Sete anos depois, planejavam aumentar a família, e surgiu a chance de comprar o imóvel de cima.
Chamado novamente, o trio visitou o local e deu sinal positivo para o negócio.

A ideia era unir os dois andares, alterar a distribuição, renovar instalações e acabamentos.
Uma construtora respondeu pela parte civil da obra, e os arquitetos gerenciaram os trabalhos por oito meses: “Unir dois imóveis de um prédio é complicado e caro.
A vantagem é que abre espaço para incrementos e soluções interessantes”, diz Rodrigo.

Conheça os projetos no Arquitetura & Construção

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Como tornar cidades mais humanas

Hoje, pouco mais da metade da população mundial vive nas cidades. Em 2050, essa taxa será de mais de 70%. Isso quer dizer que as cidades do mundo todo receberão 2,7 bilhões de pessoas nos próximos quarenta anos.
Os números do futuro não assustam tanto quanto os do presente: em 2012, a ONU calculou que 863 milhões de pessoas de pessoas moram em favelas – um terço da população urbana na Terra.

Como tornar em lugares mais humanos essas cidades que crescem tão rápido?
Essa é a pergunta que pessoas de 30 países reunidas em São Paulo tentaram responder no New Cities Summit, um encontro com especialistas do mundo todo sobre o futuro das cidades.
Na abertura do evento, cinco especialistas expuseram sua visão sobre o papel das cidades para um futuro melhor no painel “O que é a cidade humana?”.

Leia mais em CASA.COM.BR

terça-feira, 11 de junho de 2013

Aluguel novo sobe quase 8%

Contratos de aluguel residencial firmados em abril na cidade de São Paulo apresentaram valores médios 1% superiores aos do mês anterior, de acordo com pesquisa efetuada pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP).
No acumulado de 12 meses (maio de 2012 a abril de 2013), a alta atinge 7,96%, percentual maior que os 6,49% da inflação oficial do período (medida pelo IPCA) e que a variação do IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, de 7,30%.

“De todo modo, ao contrário de um ano atrás, quando a variação do aluguel era muito superior ao IGP-M, agora os dois indicadores caminham bem próximos e a nossa expectativa é de que continuem assim nos próximos meses”, diz Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP.

Publicado no Jornal do Brasil





segunda-feira, 10 de junho de 2013

Vendas de imóveis novos

Pesquisa divulgada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) mostra que as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo totalizaram 4.087 unidades em março, alta de 83,9% ante os 2.223 imóveis vendidos em igual mês de 2012.
A entidade avaliou o resultado da pesquisa como "surpreendente".

Os resultados também foram positivos em relação aos lançamentos de imóveis, que de acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), atingiram 2.845 unidades, com aumento de 80,35% em relação às 1.578 unidades de igual mês do ano passado.
Com esses resultados, o mercado imobiliário na cidade de São Paulo fechou o primeiro trimestre com 6.862 unidades vendidas, o que representa uma alta de 27,1% se comparado ao resultado de 5.400 imóveis comercializados de janeiro a março de 2012.

Leia mais em PINI Web




terça-feira, 21 de maio de 2013

Interior paulista chama a atenção pela vista

Não bastassem as normas rígidas do luxuoso condomínio no interior paulista, o terreno adquirido para a casa de fim de semana somava uma adversidade: o melhor da paisagem ficava no lado menos solar, a face sul.
A criação de ambientes transparentes de modo a captar luz e vista – e, ao mesmo tempo, capazes de filtrar interferências como os fundos das outras construções, ocultadas estrategicamente pela caixilharia – resolveu o impasse no projeto do escritório Gálvez & Márton Arquitetura, de São Paulo.
“O cliente queria a sensação de casa térrea,no nível da paisagem”, conta Andrés Gálvez. “Por esse motivo, a construção se organiza num grande patamar permeável em relação aos fundos e à frente do terreno, protegendo a área íntima com visão controlada na lateral.”

Veja todos os lados em Arquitetura & Construção

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Propriedade para moradores sem teto

Quando caminhamos pelo centro de grandes metrópoles, como o de São Paulo ou do Rio de Janeiro, deparamo-nos com moradores sem teto vivendo pelas ruas ou em imóveis e prédios ocupados em condições precárias. Nesse cenário, o direito a condições dignas de vida, com o acesso à moradia, salta à vista, remetendo ao direito à propriedade.
Segundo notícia da Rede Brasil Atual, a Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo (Sehab) desapropriará 24 prédios privados no centro de São Paulo para fazer programas habitacionais.
Dentre os imóveis ocupados por movimentos sociais, entre 4 mil e 4,5 mil famílias os residem, sendo que serão atendidas com prioridade nos projetos.
Vale lembrar, no contexto, que há imóveis públicos ocupados pelos moradores dos movimentos sociais.

Por Nicholas Merlone no Consultor Jurídico

Especialistas descartam bolha

Para analista do Credit Suisse o que acontece é um aumento das preocupações com algumas questões típicas do mercado imobiliário, mas não tem a ver com bolha.
Embora a recente explosão da procura de investidores por fundos imobiliários tenha levantado preocupações sobre um excesso de valorização dos preços de imóveis, especialistas descartam o risco de uma bolha no setor.
Ao contrário, na opinião de gestores, a indústria que esse tipo de aplicação movimenta está apenas aquecendo os motores e ainda encontra muito espaço para crescer no Brasil.

Para Diego Fonseca, da área de Produtos Imobiliários e Operações Estruturadas do private banking do Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), o que acontece no mercado é um aumento das preocupações com algumas questões típicas do mercado imobiliário, mas não tem a ver com bolha.
Fonseca participou de debate sobre a indústria de fundos imobiliários durante o sétimo Congresso Anbima de Fundos de Investimentos, que começou ontem e vai até hoje em São Paulo.
“Temos visto alguns preços começando a subir e algumas situações de vacância em imóveis têm aparecido, aumentando a preocupação dos investidores”, afirmou.

Leia mais no Jornal do Imóvel