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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Dívida pessoal com a família?

Contas, investimentos, carnês, depósitos, transferências e etc.
Estão alguns dos muitos termos financeiros que fazem parte do dia a dia das pessoas.
Pois é, as finanças podem ir bem ou mal, mas como vai a sua vida pessoal e a de sua família?
Conheci homens e mulheres que conseguiram um sucesso estrondoso nos negócios, mas ao longo do tempo se tornaram verdadeiros fracassados no convívio familiar.

Para se defender, dizem que é uma opção de vida.
No entanto, é inegável que o insucesso na vida pessoal é enorme e é caracterizada pela solidão.
A esta altura você já percebeu que o artigo de hoje será um pouquinho diferente.
Considero fundamental a família reservar tempo para o lazer, de forma que todos possam esquecer o atribulado cotidiano.
Afinal, pais e filhos merecem e devem compartilhar experiências de todo tipo.
Os exemplos ficam para sempre.

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dívidas através da internet

Muitos são os devedores que querem renegociar e pagar suas dívidas, mas não têm poder de negociação ou condições financeiras. A boa notícia é que, com o forte crescimento de serviços pela internet, já existem sites no mercado que facilitam o contato entre devedor e credor.

O serviço atua como intermediário da renegociação de dívidas, sendo que são os devedores que entram em contato a fim de quitar seus débitos. Os sites já têm parcerias com muitas instituições credoras, sendo possível negociar descontos em dívidas de cartões de crédito, financiamento de imóveis ou automóveis, parcelamentos no crediário e até mesmo de contas de luz, telefone, TV a cabo, água e gás.

Veja os detalhes no Dinherama

domingo, 11 de agosto de 2013

Aplicativos para tempos de crise

A situação anda complicada para os brasileiros.
A inflação voltou a fazer parte do cotidiano nos últimos dois anos e deve se manter em 2013 tão alta quanto no ano passado: em torno de 5,8%, segundo previsões de analistas financeiros.

Enquanto os preços sobem, o orçamento doméstico fica mais apertado.
Seis em cada dez famílias têm dívidas a pagar.
Essas contas comprometem, em média, 43,9% da renda bruta anual, a maior taxa desde que o índice começou a ser monitorado, há dez anos, pelo Banco Central.

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